Os britânicos Haken atuam este sábado no Comendatio Festival Fest. Foto: Haken

O Comendatio Music Fest, organizado pela Associação Cultural, Desportiva e de Solidariedade Social de Paço da Comenda, Tomar, está de volta após dois anos de pandemia e realiza-se no sábado e domingo, dias 6 e 7 de agosto, com 14 bandas nacionais e internacionais no cartaz e afterparties com Djs.

A nova edição de um evento dedicado aos sons e movimentos da música progressiva moderna e ambiental, que decorrerá ao ar livre e com parque de campismo, a par de comes e bebes e animação na aldeia, abre portas este sábado, às 15h30, e as expectativas são as melhores para um fim de semana de boa música e animação, segundo relatou ao mediotejo.net José Augusto Narciso, um dos mentores do festival.

ÁUDIO | JOSÉ AUGUSTO NARCISO, ORGANIZAÇÃO COMENDATIO MUSIC FEST:

No sábado sobem ao palco Phase Transition, às 16h30, Dream Pawn Shop, às 17h20, Bolu2 Dead às 18h20, Needle, às 19h25, Godsticks, às 20h30, Kandia, às 21h40, e Haken, às 23h10.

O horário dos espetáculos no domingo é o mesmo com a atuação dos grupos Bong Kong, Rei Bruxo, Allamedah, Blaze The Trail, Lizzard, Rendez Vous Point e Plini.

A noite de sábado prolonga-se com uma afterpartie assegurada pelo DJ Nuno Rodrigues (WAKO/ Pântano).

Os britânicos Haken atuam este sábado no festival de Paço da Comenda. Foto: Haken

Depois da aclamada edição de 2019 que contou com a presença dos ingleses TesseracT, dos noruegueses Leprous, dos franceses Uneven Structure, dos italianos Nosound, dos finlandeses Wheel, entre muitas outras bandas nacionais e internacionais, a edição de 2022 volta em força para dar palco ao universo prog/ambient/post-rock nacional e internacional, recebendo, além das bandas nacionais, grupos de Espanha, França, Austrália, Inglaterra e Finlândia. Mais informações AQUI

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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