Tomar colocou à prova bombeiros de todo o país na I Subida Templária. Foto: Luís Ribeiro

O município de Tomar, através do Corpo de Bombeiros e da Associação de Beneficência, promoveu no sábado a 1ª Subida Templária, uma prova de resistência destinada a bombeiros e que contou com 98 participantes de todo o país. Equipados a rigor para um serviço de emergência, os bombeiros subiram do centro da cidade ao Convento de Cristo, sendo objetivo completar o trajeto no menor tempo possível, num desafio que aliou exigência física, técnica e resistência.

Com partida agendada para as 9h30 na Rua Serpa Pinto, no centro histórico da cidade, os participantes enfrentaram uma subida com cerca de 500 metros de extensão e um desnível positivo de aproximadamente 65 metros (65D+), até ao topo onde se ergue o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo, dois dos mais emblemáticos monumentos da cidade de Tomar.

A prova era aberta a bombeiros nacionais e internacionais, independentemente do seu regime (profissionais, voluntários ou privativos), sendo obrigatório o uso de equipamento de proteção individual urbano completo (EPI) durante todo o percurso.

Tomar colocou à prova bombeiros de todo o país na I Subida Templária. Foto: Luís Ribeiro

O objetivo era completar o trajeto no menor tempo possível, num desafio que aliou exigência física, técnica e resistência. Pode consultar AQUI os tempos a a classificação dos bombeiros participantes.

Numa manhã de muita chuva e com a subida até ao Convento de Cristo muito escorregadia, os bombeiros partiam de minuto em minuto sendo que o primeiro a sair, dando o mote para a prova, foi o comandante dos bombeiros de Tomar, Humberto Morgado, que explicou ao mediotejo.net os objetivos do evento.

Humberto Morgado, comandante dos bombeiros de Tomar. Foto: Luís Ribeiro

ÁUDIO | HUMBERTO MORGADO, COMANDANTE BOMBEIROS DE TOMAR:

A I edição da Subida Templária, organizada pela Câmara de Tomar, através do Corpo de Bombeiros Municipais e da Associação Cultural, Desportiva e de Beneficência dos Bombeiros de Tomar, contou ainda com o apoio da associação Thomar Honoris e de outras entidades locais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Natural e residente em Tomar, tem como profissão Distribuidor, mas é com a fotografia que se identifica. É amante desta arte em geral, mas a sua verdadeira paixão é a Natureza e Vida Selvagem e os Retratos. É autor do livro de fotografia “Alma Nabantina” e fundador/administrador dos grupos do Facebook “Amigos da Fotografia de Tomar” e "Fauna de Tomar”. Colabora na área de fotografia na imprensa regional e local e já em 2018 foi júri convidado de dois concursos de fotografia. Neste ano conta também com duas exposições de fotografia coletivas, preparando atualmente a terceira.

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