O CIRE – Centro de Integração e Reabilitação de Tomar aderiu pela segundo ano consecutivo ao Projecto “Barrete Azul”, da Associação Salvador, conseguindo vender cerca de 1450 barretes. Parte da verba obtida com esta venda reverte a favor do CIRE e a restante a favor da “Associação Salvador” destinando-se a apoiar instituições de solidariedade que necessitem, por exemplo, de adquirir ajudas técnicas.

Na manhã desta segunda-feira, 18 de dezembro, o Instituto Politécnico de Tomar – um dos parceiros deste ano, a par da Universidade Sénior, dos dois Agrupamentos Escolares e da Escola Profissional de Tomar – serviu de palco para uma foto de família, ocasião onde também estiveram presentes alguns utentes do CIRE.
José Lagarto, secretário do CIRE, explicou ao mediotejo.net que esta é uma iniciativa a nível nacional promovida pela Associação Salvador, que já é promovida pelo terceiro ano, sendo que o CIRE aderiu pelo segundo ano. “A comparticipação que o CIRE recebe de venda de cada barrete são 0,74 euros e a Associação Salvador recebe o resto do valor para ajudar outras instituições de solidariedade social a nível nacional. Nós encomendámos 1450 barretes e foram 1450 barretes que vendemos”, disse.

O responsável do CIRE destaca ainda a adesão dos parceiros que foram convidados para apadrinhar esta iniciativa, referindo que só o IPT adquiriu meio milhar de barretes. ” O Instituto Politécnico de Tomar foi o primeiro parceiro que nós convidámos e deu-nos logo muito alento e muita força. Também conseguimos como parceiros, a Universidade Sénior, os dois Agrupamentos de Escolas e a Escola Profissional de Tomar”, referiu.
“É uma iniciativa de solidariedade que considero importante e uma forma de ajudarmos as instituições de que somos próximas e por isso quando fomos convidados para aderir a esta iniciativa fizem-lo com todo o gosto e satisfação desde a primeira hora”, disse Eugénio de Almeida, acrescentando que adquiriram um número grande de barretes.
Rosário Sousa, da Universidade Sénior, também realçou a forte adesão desta instituição a esta iniciativa, sendo que muitos dos utentes séniores compraram um barrete para cada neto.
“É uma iniciativa importante como tal não poderíamos ficar fora dela. O que disse às pessoas é que mesmo que os barretes não lhes servissem – porque são muito pequenos – que os comprassem para colocar na Árvore de Natal ou num canto da casa porque sempre que olhassem para eles ficariam mais felizes”, disse.
