Coro Misto Canto Firme. Foto: DR

A associação Canto Firme de Tomar volta a envolver a cidade templária com o espírito natalício através da iniciativa “Cantar Natal” entre esta quinta-feira, 7 de dezembro, e o dia 6 de janeiro. Os concertos começam no Auditório Fernando Lopes-Graça e terminam na Igreja de S. João Baptista, depois da música também ter ecoado na Igreja de Santa Maria dos Olivais, no Cine-Teatro Paraíso, na Igreja de Santa Cita e na Igreja da Misericórdia.

A programação de 2017 tem início às 19h00 de dia 7 com a sessão de abertura no foyer da Canto Firme e continua na sede da associação, Auditório Fernando Lopes-Graça, com o Ensemble de Metais e Orquestra de Sopros da Canto Firme (OSCF) marcado para as 21h00. O fim-de-semana prolongado arranca no mesmo palco e a proposta para o feriado é o concerto da Orquestra Suzuki do Conservatório Regional de Setúbal com participação especial da Orquestra Suzuki “Firminhos” da Canto Firme”, às 17h00.

O Cine-Teatro Paraíso recebe três dos doze concertos “Cantar Natal2017”. Foto: DR

O Coro Essence Voices atua na Igreja de Santa Maria dos Olivais pelas 21h00 de sábado e o Auditório Fernando Lopes-Graça recebe The BellsBrass Ensemble a partir das 18h00 de domingo. As propostas regressam a 16, sábado, com a Camerata Gareguin Aroutinounian (ESML) no Cine-Teatro Paraíso, às 21h00, e o segundo fim-de-semana da iniciativa termina com o concerto do Coro Misto da Canto Firme na Igreja de Santa Cita, pelas 18h00 de dia 17.

A inspiração para a Consoada continua com um Concerto de Música Antiga na Igreja da Misericórdia e a atuação da Orquestra Sinfónica de Thomar no Cine-Teatro Paraíso, às 18h30 de quarta-feira, dia 20, e às 21h00 de sexta-feira, dia 22, respetivamente. A Igreja de S. João Baptista recebe o encerramento do “Cantar Natal 2017” com o Concerto de Reis pelo Coro Misto da Canto Firme, a partir das 16h00 do Dia de Reis.


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Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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