Foto: Joana Rita Santos/mediotejo.net

A candidatura da Festa dos Tabuleiros a Património Cultural Imaterial (PCI) Nacional já está em análise na Direção-Geral do Património Cultural, deu conta a vereadora da Câmara de Tomar com o pelouro da Cultura, Filipa Fernandes. A entrega dos últimos dossiês do processo, em mãos, representaram o culminar de mais de um ano e meio de trabalho, inventariação e pesquisa. Esta candidatura tem contado com  trabalho de investigação e aconselhamento do antropólogo André Camponês e é coordenado pela Divisão de Divisão de Turismo e Cultura do Município de Tomar. O próximo objetivo no horizonte é a candidatura a Património da UNESCO.

Em reunião de executivo, Filipa Fernandes deu conta do processo, referindo como algo muito querido por toda a comunidade tomarense.

“A candidatura está em fase de análise por parte da DGPC. Iniciámos o carregamento, no início deste ano, de todos os documentos, fotografias, etc, numa plataforma, algo que foi concluído no início de junho”, notou a vereadora.

A autarquia anseia ver “brevemente” a Festa dos Tabuleiros classificada como Património Cultural Imaterial.

Filipa Fernandes, após reunião com a DGPC, referiu que voltará em setembro a fazer ponto da situação sobre o processo, onde ser irá perceber “se é necessário fazer alterações a documentos, novas sínteses, ou por outro lado se está tudo em pleno como desejável e se pode ou não ser classificado”.

Por outro lado, o trabalho já começou a ser feito com vista a submeter candidatura à UNESCO, sendo que um dos requisitos passa por este reconhecimento enquanto Património Nacional.

“É um anseio de todos nós, deste executivo, da Comissão da Festa, da comunidade, que seja rapidamente classificada a Festa para que possamos começar a candidatura para a UNESCO. Já estamos a trabalhar nela, para não perder tempo, pois as candidaturas têm prazo exato para submeter, no entanto não podemos fazê-lo sem antes termos a classificação nacional”, explicou.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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