A presidente da autarquia, Anabela Freitas (PS) esclareceu que o que está em apreço passa por atribuir isenções aos participantes de actividades relevantes e com interesse para a economia local.
Luís Ferreira considerou que tal é como passar um “cheque em branco” à autarquia, para que esta decida a isenção, uma competência que é da assembleia municipal. “Se temos uma estratégia que passa pela tarifação de ruas esta proposta é contrária a essa estratégia”, argumentou.
Já o eleito Américo Pereira, dos Independentes por Tomar, considerou que “não vale a pena estar a criar grandes problemas a uma situação que irá beneficiar os cidadãos”. Brito Costa, do PSD, referiu não entender como é que, através da isenção, a câmara vai inverter a situação de prejuízo causada por um parque de estacionamento.
