O ambientalista tomarense Américo Costa deu conta de uma situação de “caos ambiental” na Zona Industrial de Tomar, dando conta da existência de “condutas partidas e resíduos desviados por falsas ribeiras” que vão desaguar na ribeira da Beselga, a poucos metros a jusante da ETAR que ali se encontra. No local, é visível numa linha de água paralela aos caminho-de-ferro, alguma espuma indicadora de um foco de poluição ativo. A autarquia tomarense rejeita responsabilidades mas já disse que, independentemente disso, irá acompanhar a situação e atuar dentro das suas competências, caso se verifique essa necessidade.

Num comunicado publicado na sua página do facebook, a Câmara de Tomar esclarece que “este coletor que, alegadamente, estará a derramar para as linhas de água a céu aberto, junto à linha de caminho-de-ferro, não é da responsabilidade dos SMAS nem do Município”. Acrescenta a autarquia que se trata de um dos emissários do Parque Empresarial, pertencente ao sistema em alta e nesse contexto sob responsabilidade da empresa Águas de Lisboa e Vale do Tejo.

A câmara explica que as tampas do coletor contém os logótipos dos SMAS e da CMT devido ao facto do sistema tenha sido construído pelo Município e explorado pelos SMAS antes da sua concessão, ocorrida há mais de uma década.

 

Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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