Foto: DR

O executivo da Câmara Municipal de Tomar aprovou na terça-feira, dia 3 de março, um voto de pesar pelo falecimento de Fernando Lopes de Jesus, empresário, antigo vereador, membro da Assembleia Municipal (tendo assumido a sua presidência), e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Tomar durante duas décadas. Fernando Jesus faleceu aos 84 anos.

Nascido a 31 de dezembro de 1936, o empresário tomarense era militante do Partido Social Democrata. Fernando Lopes de Jesus faleceu na sua residência na Alameda 1 de Março, centro histórico da cidade, precisamente no dia 1 de março, Dia de Tomar.

Casado com Maria José de Jesus, e pai de Jorge de Jesus e Vítor de Jesus, foi a sepultar esta terça-feira, dia 2, no Cemitério Antigo, após cerimónias restritas à família direta devido à situação de pandemia.

O executivo municipal aprovou por unanimidade um texto de voto de pesar apresentado pelo vereador Francisco Madureira na reunião de Câmara, que abaixo se transcreve.

“Faleceu Fernando Lopes de Jesus. E Tomar perdeu um cidadão que defendeu causas durante várias décadas. Ao longo dos seus 84 anos de vida, Fernando Jesus desempenhou várias funções, deixando a sua marca em Tomar, enquanto empresário, sócio-gerente da empresa Auto-Mecânica Tomarense, e como autarca, foi vereador na Câmara Municipal, e e exerceu funções de presidente e secretária da Assembleia Municipal. Fernando Lopes Jesus foi igualmente provedor da Santa Casa da Misericórdia de Tomar ao longo de mais de duas décadas. Em homenagem a este tomarense, autarca e empresário, Tomar não pode deixar de expressar a sua mais profunda gratidão pelo contributo dado à comunidade e pela sua ação sempre pautada pelo espírito de entrega e companheirismo. Aos seus familiares, expressa-se as mais sentidas condolências”, termina.

Também a concelhia do PSD se manifestou em nota de pesar nas redes sociais, numa referência ao “destacado militante”.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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