A Biblioteca Municipal de Tomar António Cartaxo da Fonseca comemora o seu 23º aniversário entre os dias 16 e 20 novembro, com uma programação especial que inclui uma exposição de imprensa e atividades culturais realizadas entre a década de 70 e o ano 2015, bem como a oferta de livros e marcadores alusivos ao aniversário no Balcão Único, no Complexo Desportivo e no posto de Turismo.
Em tempo de pandemia, a Biblioteca organizou um programa diverso com atividades comemorativas para não deixar passar em branco mais um aniversário, com iniciativas que irão decorrer na própria biblioteca e noutros espaços municipais.
Assim, entre os dias 16 e 20 de novembro, estará patente na Biblioteca a exposição “Memórias revisitadas”, composta por artigos de imprensa e atividades culturais realizadas na biblioteca entre 1970 e 2015.
Haverá ainda oferta de livros e marcadores alusivos ao aniversário disponíveis no Balcão Único, Complexo Desportivo e posto de Turismo.

Segundo a organização, será feita a passagem de um vídeo sobre a Biblioteca Municipal, os seus serviços e funcionamento.
Esta quarta-feira, dia 18 de novembro, pelas 11 horas, o dia é dedicado aos mini-leitores, com uma Hora do Conto, com dramatização da história “A princesa que não sabia espirrar”.
Estará também a decorrer um atelier de expressão plástica que vai ensinar a produzir fantoches.
No dia 20 de novembro, sexta-feira, pelas 11 horas, terá lugar outro atelier de expressão plástica, desta feita para dar asas à criatividade e auxiliar os participantes a produzirem marcadores de livros em feltro.
Sobre a história da leitura pública e da Biblioteca Municipal de Tomar

Recorde-se que 1963, a Câmara Municipal aprovou o projeto de reconstrução da Casa Quinhentista [atual Casa Manuel Guimarães, que é sede da Assembleia Municipal tomarense] e a sua adaptação a Biblioteca Municipal, tendo contado com o trabalho de Manuel da Silva Guimarães na organização do espaço e dos fundos bibliográficos.
Os fundos contaram com doações valiosas de António Cartaxo da Fonseca, que dá o nome à Biblioteca Municipal, mas entre os beneméritos surgem Vieira Guimarães, Augusto Tamagnini, Fernando (Nini) Ferreira, Fernando Lopes-Graça e José-Augusto França. Também Manoel de Matos é indicado na listagem, como tendo oferecido uma coleção de moedas, tapeçarias e mobiliário para o edifício da Rua Silva Magalhães.
No ano de 1989 a autarquia adere à Rede de Leitura Pública, através de um contrato-programa que permitiu a construção do atual edifício, aquisição do equipamento e mobiliário e o fundo documental. Também o fundo documental pertencente à Biblioteca Fixa nº72 de Tomar, da Fundação Calouste Gulbenkian, passou a integrar o acervo da nova Biblioteca tomarense.
fonte: CM Tomar
