A Assembleia Municipal de Tomar, reunida a 25 de setembro, aprovou por unanimidade um voto de pesar pelo falecimento do padre Mário Duarte. Seguiu-se um minuto de silêncio em homenagem ao vigário de Tomar, que faleceu no dia 19 de agosto, aos 60 anos, vítima de uma pancreatite.
Num voto de pesar submetido à aprovação da Assembleia Municipal por parte do grupo municipal do Partido Social Democrata, mas com o consenso em modificar a subscrição do voto, passando a incluir todo o órgão deliberativo, o voto de pesar pelo falecimento do padre Mário Duarte, vigário de Tomar, mereceu a unanimidade dos eleitos da Assembleia Municipal.
Recordando o percurso do padre, que “liderou IPSS e dirigiu obras em vários edifícios, entre as quais a igreja de Portela da Vila, de Santa Maria do Olival e o projeto em curso para São João Batista”, o voto de pesar aprovado refere a “perda notória para Tomar” que representa o falecimento de uma personalidade envolvida com a comunidade tomarense.

Após a aprovação por unanimidade deste voto de pesar, a Assembleia Municipal levantou-se e prestou homenagem ao padre Mário Duarte, com um minuto de silêncio.
Recorde-se que também a Câmara Municipal de Tomar, na sua reunião de 31 de agosto, prestou também homenagem ao vigário com a aprovação de um voto de pesar, seguido de um minuto de silêncio.

O Padre Mário Duarte, vigário de Tomar, faleceu a 19 de agosto, no hospital de Abrantes, onde estava internado desde o dia 15 de julho devido a uma pancreatite.
Natural da Sertã, onde nasceu no dia 3 de maio de 1960, Mário Duarte Farinha foi ordenado padre a 21 de julho de 1990 e era uma pessoa marcante da comunidade nabantina, onde estava há 25 anos, desde que foi colocado como pároco nas freguesias de Casais e Alviobeira. Em setembro de 2010 tomou posse como pároco de Tomar, sendo o responsável pela vigararia.
