Festival 'Art In Rua' regressa em setembro ao centro histórico de Tomar. Foto arquivo: Art In Rua

O Art’In Rua – Festival de Artes de Rua de Tomar, regressa de 12 a 14 de setembro e está a aceitar inscrições de artistas individuais e companhias que queiram integrar a programação deste ano. A organização aceita candidaturas até domingo, dia 13 de abril.

O festival é imbuído de uma programação com uma oferta diversa no âmbito das artes de rua, com companhias nacionais e estrangeiras, onde a única premissa é a qualidade e originalidade artísticas, transformando, durante três dias, a cidade de Tomar numa Babel de cor, arte e magia.

Segundo a organização a 4.ª edição do Art’In Rua surge na sequência do “sucesso das edições anteriores, onde ficou solidificada a parceria com a Câmara Municipal de Tomar” para a realização anual do festival.

Por isso, a organização procura artistas individuais e companhias que queiram integrar a programação para a edição de 2025.

As artes procuradas vão desde o espetáculo de rua, passando por outros artesões de rua e caricaturistas, no sentido de ampliar o conceito de artes de rua.

A data limite de candidatura é o dia 13 de abril, podendo encontrar o formulário de candidaturas em: https://tinyurl.com/ArtinRua2025

Festival de Artes de Rua na cidade de Tomar. Foto arquivo: Luís Ribeiro

INFORMAÇÕES:

  • Data limite para o envio das candidaturas: 13 de Abril de 2025;
  • Não há qualquer taxa de inscrição;
  • Cada candidato pode submeter uma ou mais candidaturas;
  • A performance será remunerada de acordo com a proposta apresentada, incluindo valores de – deslocação;
  • A estadia e alimentação estão asseguradas pela organização do ART’IN RUA.

Para quaisquer questões ou dúvidas, contactar: producao@tenda.pt

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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