Alunos do IPT organizam “FrameWeek" de 2 a 4 de maio. Foto: Pixabay

Palestras, workshops e convívios fotográficos marcam a “FrameWeek”, iniciativa dos alunos de licenciatura em fotografia do Instituto Politécnico de Tomar (IPT). O evento decorrerá de 2 a 4 de maio e é aberta ao público em geral.

A “FrameWeek” é uma iniciativa voluntária dos alunos da licenciatura em fotografia do Instituto Politécnico de Tomar, que trata de diferentes abordagens da área da fotografia e cujo objetivo é o de partilhar conhecimentos através das perspetivas pessoais de cada um dos seus intervenientes.

A iniciativa, que decorrerá no auditório principal do IPT (Auditório Dr. José Pacheco de Amorim Bloco A), é aberta ao público em geral, e contará com a participação de diversos convidados especialistas na área e reconhecidos no panorama da fotografia nacional e internacional.

Para participar nos workshops, os interessados poderão fazer a sua inscrição, gratuitamente, através do seguinte link: linktr.ee/frameweek

O programa da iniciativa é o seguinte:

Dia 2 de Maio (terça-feira):

10:00 – Sessão de Abertura

10:15 – André Boto

11:30 – Desphoco – Rosalinda Chaves

12:00 – Encontros Da Imagem

14:30 – Rita Carmo

16:30 – Rui Caria

Dia 3 de Maio (quarta-feira):

10:00 – Sessão de abertura

10:05 – Tiago Cacheiro

11:05 – MANAAMANA (Joanna Correia e Ana Ladislau)

11:50 – Cláudio Melo

14:30 – Workshops (Departamento de fotografia G; B126; B128; B130)

– Workshop de Fluxo de Trabalho e Métodos em Adobe Bridge

– Workshop de Revelação de Diapositivos Cor

– Workshop de Fotografia “A la Minute”

– Workshop de de Cianotipia, com a produção de uma fotografia gigante sobre tecido

Dia 4 de Maio (quinta-feira):

10:30 – Sessão de abertura

10:35 – Festival Analógica – Isabel Dantas Dos Reis

11:05 – José Soudo

14:30 – Diogo Simões

15:15 – João Paulo Serafim

16:30 – Rodrigo Peixoto

17:30 – Sessão De Encerramento

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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