A partir deste sábado e até ao final de abril, 19 pastelarias de Tomar vão dar a provar cerca de 30 especialidades da sua doçaria tradicional, na nona edição da mostra “De Tomar e dos Conventos”.

“A doçaria tomarense é rica e apetecível, nascida nas cozinhas conventuais e preservada nos saberes (e sabores!) locais, ao longo de séculos, tal é o seu valor e singularidade”, sublinha uma nota da autarquia.

Como exemplos, refere o beija-me depressa, “sedutores beijos feitos do mais saboroso doce de ovos, envolto em açúcar de pasteleiro”; as fatias de Tomar, doce de ovos e açúcar “que, diz a lenda, eram a sobremesa preferida dos frades do Convento de Cristo”; ou ainda as castanhas de ovos, os queijinhos doces, as espadas de D. Gualdim, as primorosas ou os bolos de cama.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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