O Festival Internacional de Artes de Rua de Tomar – Art’in Rua – invadiu as ruas e praças da cidade templária, com o centro histórico a ser palco de um programa que incluiu estátuas vivas, artes circenses, fanfarras e danças medievais, em evento que atraiu milhares de pessoas. As atividades iniciaram na sexta-feira e fecharam no domingo, com um espetáculo de Pedro Tochas.
O Art’in Rua, na sua terceira edição prometeu e cumpriu. Durante três dias as ruas de Tomar estiveram repletas de animação, divertimento, arte e cultura. “Este festival é uma demonstração da criatividade e da expressão artística nas suas diversas formas, com performances de artistas provenientes de vários pontos do mundo”, antecipava a vice-presidente da autarquia, Filipa Fernandes.
Estátuas vivas/Fotos de Zé Paulo Marques:
“O festival é gratuito e as ruas e praças de Tomar vão contar nestes três dias com estátuas vivas, artes circenses, fanfarras, mercados, ‘street food’, teatro de rua e espetáculos de comédia, com artistas como Pedro Tochas e muitos projetos nacionais e internacionais”, destacou a vereadora.














Segundo a autarca, as expectativas para a terceira edição do festival de artes de rua, que representou um investimento na ordem dos 60 mil euros, é que afluam ao centro histórico “alguns milhares de pessoas” durante os três dias do evento. No sábado, a vereadora falou ao mediotejo.net sobre o evento, com destaques para algumas das performances e para a afluência de visitantes.

ÁUDIO | FILIPA FERNANDES, VEREADORA CM TOMAR:
Estátuas vivas/Fotos de Zé Paulo Marques:
As estátuas vivas foram um dos destaques do evento, com o sábado a contar com performances de artistas profissionais e de artistas formados em Tomar pela dupla Lena e Doug Selway.

ÁUDIO | PROJETO SELWAY, ESTÁTUAS VIVAS DE TOMAR:
Tomar foi por estes dias um imenso palco de arte circense, música, estátuas vivas, teatro, street food e danças medievais O Art’InRua- Festival Internacional de Artes de Rua, fechou com chave de ouro, com o humor de Pedro Tochas em “O Palhaço Escultor”, vencedor de vários prémios internacionais de “melhor espetáculo”.
O Ricardo Escada registou o espetáculo dos Ledpuppets (Hungria) na Várzea Grande.







Usando nada mais do que a sua imaginação e com uma pequena ajuda do público, neste espetáculo é construída uma história de amor sem uma única palavra, com heróis, vilões e batalhas épicas.































