Título mundial de motonáutica em F2 decide-se em Vila Velha de Ródão. Foto arquivo: FPM

A final do Campeonato do Mundo de Motonáutica F2 volta a decidir-se este fim de semana no rio Tejo, em Vila Velha de Ródão. A prova organizada pela Federação Portuguesa de Motonáutica, sob a égide da U.I.M. – União Internacional de Motonáutica, conta com a participação de cerca de vinte pilotos de várias nacionalidades, incluindo o português Duarte Benavente.

A decorrer entre sexta-feira e domingo, esta é a 5ª etapa do Campeonato do Mundo de Motonáutica F2, após a passagens por Brindisi (Itália), Klaipeda (Lituânia), San Nazzaro (Itália) e Peso da Régua (Portugal).

A classificação é atualmente liderada pelo sueco Hilmer Wiberg (39 pontos), seguido da sua conterrânea Mathilda Wiberg (34 pontos) e do piloto francês Peter Morin (32 pontos), antecipando-se assim uma final emocionante e cujos resultados estão em aberto. Duarte Benavente, o único português em competição e Campeão do Mundo desta categoria em 2020 e Vice-Campeão em 2021, ocupa o 13.º lugar da geral.

A quinta etapa do Campeonato do Mundo de Motonáutica F2 arranca na sexta-feira, dia 19 de setembro, com a chegada das equipas ao cais de Ródão e as verificações técnicas e administrativas, e continua no sábado, dia 20, com os treinos livres, que permitem aos pilotos familiarizarem-se com o circuito, a acontecerem a partir das 11h15. De tarde, entre a 15h00 e as 17h00, têm lugar os treinos de qualificação.

No domingo, dia 21, a manhã será dedicada aos treinos de aquecimento, entre as 9h15 e as 11h00, e à corrida de repescagem, às 11h30. O Grande Prémio de Vila Velha de Ródão disputa-se durante a tarde, após a volta de apresentação, agendada para as 15h30.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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