Thomar Honoris conquista 1.º lugar na Prova de Arco e Besta Histórico do Torneio D. Gualdim Pais. Foto: TO

A prova de Arco e Besta Histórico – Torneio D. Gualdim Pais, organizada pela Associação Thomar Honoris no âmbito da Festa Templária de Tomar, revelou-se um sucesso, tanto pela forte adesão como pelo rigor histórico e técnico da competição. A prova contou ainda com o reconhecimento oficial como prova extra da Federação de Arqueiros e Besteiros de Portugal, reforçando a sua importância no circuito nacional.

Disputada num percurso desafiante com dez alvos estrategicamente colocados, a competição exigiu precisão, concentração e trabalho em equipa. Num modelo único, os prémios foram exclusivamente atribuídos por equipas, valorizando o espírito cooperativo e o enquadramento histórico do torneio.

O grande destaque da prova vai, com inteira justiça, para a Associação Thomar Honoris, que conquistou o 1.º lugar por equipas, afirmando-se como a grande vencedora do torneio. A equipa anfitriã demonstrou uma performance notável, tanto em termos de pontuação como de fidelidade histórica, elevando o nome da associação e da cidade de Tomar ao mais alto patamar da arquearia histórica nacional.

Este triunfo da Thomar Honoris reveste-se de particular simbolismo, uma vez que se trata não apenas de organizadora do evento, mas também de uma das maiores promotoras da recriação histórica e da vivência templária em Portugal. A vitória consagra o trabalho sério, consistente e apaixonado que a associação tem vindo a desenvolver ao longo dos anos, consolidando-se como uma referência nacional neste tipo de práticas históricas.

O Torneio D. Gualdim Pais reafirma-se assim como um dos pontos altos da Festa Templária, graças a uma organização exemplar, elevada participação e, sobretudo, ao brilho de uma vitória que ficará na memória: o primeiro lugar da Thomar Honoris.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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