No Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT) há um aumento do número de partos no ano 2018, relativamente ao ano anterior, cifrando-se em perto de 800 bebés nascidos naquela maternidade. Foto arquivo: mediotejo.net

Perto de 87 mil crianças nasceram em Portugal em 2018, um ligeiro aumento face a 2017, segundo dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge baseados no rastreio neonatal “Teste do Pezinho”, que cobre quase a totalidade de nascimentos.

Em 2018, foram estudados no âmbito Programa Nacional de Diagnóstico Precoce 86.827 recém-nascidos, mais 674 do que em 2017, ano em que foram realizados 86.180 testes, adiantam os dados agora divulgados pelo Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge (INSA).

“Trata-se de um aumento ligeiro, mas nos últimos cinco anos apenas em 2016 foram estudados mais bebés (87.577)”, refere o INSA.

Na região do Médio Tejo, os dados divulgados pelo CHMT ao mediotejo.net revelam que na maternidade do Centro Hospitalar Médio Tejo (CHMT), em Abrantes, há um aumento do número de partos no ano 2018, relativamente ao ano anterior, cifrando-se em perto de 800 bebés nascidos naquela maternidade.

Dos 711 partos realizados em 2017 na maternidade de Abrantes, o número de partos subiu em 2018 para os 792, com o número de recém-nascidos a cifrar-se nos 798 dos quais 396 são do género feminino e 402 do género masculino, uma variação positiva em linha com o registado nas demais maternidades em Portugal.

O “teste do pezinho” é realizado a partir do terceiro dia de vida do recém-nascido, através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, e permite diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são muito difíceis de diagnosticar nas primeiras semanas de vida e que mais tarde podem provocar atraso mental, alterações neurológicas graves, alterações hepáticas ou até situações de coma.

Coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce cobre a quase totalidade de nascimentos, sendo um indicador relativo à natalidade em Portugal, embora o teste não seja obrigatório.

C/LUSA

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