Tejo Ambiente inaugura obra de reabilitação da ETAR de Seiça. Foto: DR

A empresa intermunicipal Tejo Ambiente vai proceder esta quinta-feira à inauguração da “Obra de Reabilitação da ETAR de Seiça”, situada na localidade da Sabacheira, após um investimento na ordem dos 2 milhões de euros. A reabilitação daquela ETAR era tida como nuclear para resolver os problemas de poluição do rio Nabão pelo facto de ser subdimensionada para as necessidades.

Segundo a Tejo Ambiente, este momento é o “culminar de um investimento numa infraestrutura que serve hoje cerca de 10.300 alojamentos” e que ascende a cerca de dois milhões de euros, sendo considerado um investimento “relevante para os municípios de Ourém e Tomar”.

A cerimónia, marcada para a tarde de quinta-feira, contará com a presença dos autarcas dos dois municípios, dos responsáveis da Tejo Ambiente, do vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pimenta Machado, e do secretário de Estado do Ambiente, Emídio Sousa.

A ETAR de Seiça é apontada como uma das principais responsáveis pela poluição do rio Nabão nos últimos anos, pelo facto de ser subdimensionada para as necessidades.

“Proteger o ambiente e promover a eficiência de recursos” é o objetivo principal apontado para este investimento no âmbito do POSEUR, que conta com um financiamento comunitário de 85%.

Segundo a Tejo Ambiente, “a operação “Fecho de Sistemas de Saneamento de Águas Residuais Ligação à ETAR de Seiça” consiste na execução de 9944,89 ml de coletores gravíticos e 383 ramais de ligação (distribuídos por 6 sub-bacias) com ligação ao Subsistema de Saneamento de Seiça e tratamento final na ETAR de Seiça”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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