A peça “O Lagarto e a Rosa”, em teatro de fantoches, sobe a dois palcos do Sardoal no domingo, dia 2 de fevereiro. Primeiro às 11h00, no mercado de Alcaravela, e depois às 16h00, no jardim do Cá da Terra, em Sardoal. Decorrerá ainda um workshop de Robertos (ou Fantoches) no dia 31 de janeiro (das 18h00 às 21h00) e no dia 1 de fevereiro (das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00) no Centro Cultural Gil Vicente.

Rui Sousa, marionetista, professor, cenógrafo, artista plástico, construtor de marionetas e guionista com uma experiência de quase 25 anos, esteve no Sardoal em dezembro passado em residência artística, o que lhe permitiu conhecer as histórias e lendas do Sardoal que levaram à escrita deste novo episódio de Dom Roberto.

Uma iniciativa financiada pela Direção-Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP.

A programação do Centro Cultural Gil Vicente, para os próximos meses, já foi anunciada, incluindo o X Encontro Internacional de Piano de Sardoal, que decorrerá de 28 de junho a 6 de julho de 2025.

Decorrerá ainda um workshop de Robertos (ou Fantoches) no dia 31 de janeiro (das 18h00 às 21h00) e no dia 1 de fevereiro (das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00) no Centro Cultural Gil Vicente.

Uma iniciativa gratuita para todas as idades, na qual pode juntar a família numa atividade dinâmina e divertida.

Este atelier, orientado pelo Marionetas Rui Sousa, vai permitir aos participantes construir, pintar, vestir e manipular uma marioneta de luva, popularmente conhecida por fantoche ou Roberto.

Rui Sousa, com referido conta com mais de 25 anos de experiência na área, vai orientar os trabalhos num método passo-a-passo, num trajeto artístico onde o objetivo é ser criativo.

Este é um atelier fácil e limpo, onde se faz apenas uso de papel seco, fita de pintura, tecidos e tintas para a construção da marioneta. No final, todos os Robertos se juntarão pelas mãos dos participantes para ganharem vida.

A inscrição é obrigatória através do email cultura@cm-sardoal.pt

Uma iniciativa financiada pela Direção-Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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