Teatro Dom Roberto regressa às freguesias do concelho de Sardoal. Foto: DR

O concelho de Sardoal volta a receber, pelo terceiro ano consecutivo, apresentações de Teatro Dom Roberto, uma tradição popular portuguesa ligada ao teatro de fantoches, que promete animar diferentes localidades do concelho. Em virtude das previsões para condições meteorológicas adversas, o Teatro Dom Roberto, previsto para o fim-de-semana de 7 a 9 de maio, foi adiado para 19, 20 e 21 de junho, informou o município.

Os espetáculos estarão a cargo da companhia Mãozorra – Teatro de Marionetas, reconhecida pelo trabalho desenvolvido em torno desta expressão artística tradicional. Ao longo de três dias serão apresentadas as peças “O Caçador”, “O Barbeiro” e “A Tourada”, dirigidas a públicos de diferentes idades.

A programação começa no dia 19 de junho, às 21h30, na Praça Nova, em Sardoal, com a apresentação de “O Barbeiro” e “A Tourada”.

No sábado, dia 20 de maio, pelas 16h00, Santiago de Montalegre recebe o espetáculo “O Caçador”, junto à Associação dos Amigos de Santiago de Montalegre. Mais tarde, às 21h30, em Valhascos, junto à ACD Valhascos, sobe à cena “O Barbeiro”, numa versão longa especialmente direcionada para público adulto.

A iniciativa encerra no dia 121 de junho às 10h30, no Largo do Mercado, em Santa Clara, Alcaravela, com nova apresentação de “O Caçador”.

Segundo a organização, os espetáculos pretendem proporcionar momentos de convívio e diversão em família, recuperando e valorizando a tradição do Teatro de Robertos em espaços públicos e ao ar livre.

A iniciativa é organizada pelo Município de Sardoal, com o apoio das associações locais e da Junta de Freguesia de Alcaravela, contando ainda com financiamento da Direção-Geral das Artes, no âmbito do Apoio à Programação da RTCP.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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