Teatro Dom Roberto, pela Companhia de teatro de marionetas Valdevinos, de Sintra. Foto: CMS

Entre 12 e 14 de julho, várias aldeias do concelho de Sardoal vão ser palco de episódios de Teatro Dom Roberto (fantoches), numa ação que visa descentralizar as iniciativas culturais, permitindo a todos os sardoalenses usufruir destes momentos, ao ar livre e com caráter gratuito.

Capaz de divertir miúdos e graúdos, Dom Roberto, o herói destas histórias, luta contra gigantes, monstros, salva princesas e é capaz de derrotar até a própria morte!

O Teatro Dom Roberto, ou de fantoches, faz parte do imaginário dos portugueses mais antigos, que ainda se lembram dos robertos em feiras, romarias, praias e praças do país. Conta com cerca de quatro séculos de história e chega aos nossos dias revitalizado por diversas companhias, nas quais se incluem os Valdevinos.

DATAS DAS APRESENTAÇÕES
12 de julho às 19 horas – Andreus (Recinto das Festas)
12 de julho às 22 horas – Sardoal (Praça Nova)
13 de julho às 16 horas – S. Simão (junto à Associação)
13 de julho às 19 horas – Valhascos (junto à Associação)
13 de julho às 22 horas – Cabeça das Mós (Largo do Comércio)
14 de julho às 10h30 – Santa Clara (Largo do Mercado)
14 de julho às 15 horas – Montalegre (junto à Associação dos Amigos de Santiago Montalegre)

Fundada em 1997, a Valdevinos é uma referência no teatro de marionetas e teatro Dom Roberto, desenvolvendo trabalho reconhecido internacionalmente. Desde 2015 que gere e dinamiza a Casa da Marioneta de Sintra, motor de ligação à comunidade, ao universo temático e ao espólio da companhia, através de atividades programadas que contribuem para a valorização do património cultural e integração social.

Da autoria do Teatro Popular Português, a peça conta com Fernando Cunha como bonecreiro, a produção e construção de bonecos são da responsabilidade de Ana Pinto e os cenários e adereços são assinados por Carlos Apolo Martins.

Foto: CMS

A iniciativa é uma organização do Município de Sardoal com o apoio da Associação de Moradores de Andreus, Associação de Melhoramentos de São Simão, ACD Valhascos, Comissão de Melhoramentos de Cabeça das Mós e Associação dos Amigos de Santiago de Montalegre – ASM e financiada pela Direção-Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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