© Rui RebeloAs Formigas

O Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, apresenta no sábado, dia 11 de janeiro, às 21h30, a peça “As Formigas”, pela Companhia de Teatro do Chapitô. A Companhia do Chapitô, criada em 1996, valoriza a comédia pelo seu poder de questionar todos os aspetos da realidade física e social.

Este espetáculo, a partir do texto original de Boris Vian e com encenação de José C. Garcia, “tece o retrato de soldados, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito, onde, numa narrativa irónica, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade.

Como Gandhi proclamou com veemência, “a guerra é o maior dos tormentos que afligem a Humanidade; é a mãe de todas as misérias”, “As formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha.

A Companhia do Chapitô, criada em 1996, valoriza a comédia pelo seu poder de questionar todos os aspetos da realidade física e social. Cria, desde a sua fundação, espetáculos multidisciplinares assentes no trabalho físico do ator num processo coletivo e em constante desenvolvimento, que convidam à imaginação do público, e que se relacionam estreitamente com este.

Comunica, essencialmente através do gesto e da imagem, quebrando as barreiras linguísticas e afirmando a sua vocação universal, o que lhe permite uma relação muito próxima com os espectadores e que resulta em itinerância nacional e internacional. Desde a sua formação produziu perto de 40 criações originais, apresentadas em Portugal e um pouco por todo o mundo Alemanha, Argentina, Brasil, Cabo Verde, China, Colômbia, Costa Rica, Eslováquia, Espanha, E.U.A., Finlândia, França, Irão, Itália, Noruega, Rússia, Suécia e Uruguai.

Este espetáculo é financiado pela Direção Geral das Artes, ao abrigo do Apoio à Programação da RTCP.

Bilhetes à venda na bilheteira do Centro Cultural Gil Vicente e na Ticketline em https://ticketline.sapo.pt/evento/as-formigas-companhia-de-teatro-do-chapito-90021 .

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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