TAGUS recebe a concurso mais de um milhão de euros para investimento no mundo rural. Foto arquivo: mediotejo.net

Um investimento de mais de um milhão de euros é a soma das candidaturas recebidas pela TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior à medida do PDR2020, “Pequenos Investimentos na Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas”, para modernizar e capacitar os seus negócios em Abrantes, Constância e Sardoal.

Já no seu décimo aviso, desde que começou a implementação do Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC Rural) Rural no Ribatejo Interior, a operação 10.2.1.2 recebeu até ao dia 28 de abril sete pedidos de apoio nas áreas do azeite, doces, vinhos, caracóis, iogurtes, manteigas e queijos, refere a TAGUS, em nota de imprensa.

O valor proposto das candidaturas ultrapassa o milhão de euros (1.000.198,55 euros), com um valor elegível de 788.477,70 euros, solicitando apoios na ordem dos 394.223,85 euros. A dotação do concurso, refira-se, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020), do Portugal 2020, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Rural (FEADER), é de 200 mil euros.

Contribuir para o processo de modernização e para a capacitação das empresas de transformação e comercialização de produtos agrícolas são os objetivos desta linha de apoio. Ao longo deste quadro comunitário, e nos outros nove concursos a esta medida, a TAGUS aprovou 17 pedidos de apoio, num valor elegível de 1.460.252,21€ e um apoio de 666.130,33€, números que a associação entende mostrar a “crescente importância, junto dos agricultores e produtores locais, que a operação Pequenos Investimentos na Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas tem assumido no território da TAGUS, traduzindo-se no aumento do peso do setor na economia regional”.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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