Há línguas que nascem da necessidade de comunicar. Outras surgem precisamente do contrário: da necessidade de esconder o que se diz dos ouvidos alheios. O minderico nasceu assim. Entre vendedores de mantas, negociações e viagens ao Alentejo, criou-se, há mais de dois séculos, uma forma muito própria de falar que hoje é um dos símbolos […]
