Ouriense perdeu pela margem mínima com o Torreense na primeira mão da Taça da Liga em futebol feminino e deixa tudo em aberto para a passagem à fase seguinte. Foto arquivo: mediotejo.net

A primeira fase da Taça da Liga Feminina 2022/2023 começou este domingo, com a realização dos jogos da primeira mão da eliminatória inaugural. O Ouriense perdeu por 2-1 na deslocação ao Torreense e deixa tudo em aberto para a 2ª mão, no próximo fim de semana, em Ourém.

Em Torres Vedras, o Torreense bateu o Ouriense pela margem mínima, resultado fixado no primeiro tempo. Morgan Turner (3′) marcou o primeiro da partida para a equipa visitada, mas Melanie Cunha (34′) materializou a reação da formação de Ourém. Ainda antes do intervalo, Ana Rocha (42′) decidiu o jogo.

No primeiro jogo do dia, realizado no Funchal, o Marítimo bateu o Valadares Gaia por 2-1. A equipa forasteira inaugurou o marcador por intermédio de Cristina, aos 11′, mas Catarina Abreu (26′) e Telma Encarnação (85′) marcaram os golos que permitiram a reviravolta à formação insular.

Já o Damaiense foi vencer a Albergaria, também por 2-1. Carlota Cristo (9′) adiantou a formação visitante no marcador, mas Andreza Silva restabeleceu a igualdade pouco depois (14′). O golo da vitória apareceu já na segunda parte, por Filipa Assucena (78′).

O Lank Vilaverdense conseguiu o triunfo mais volumoso do dia, ao bater o Amora, em Vila Verde, por 4-0. Os golos da formação visitada foram apontados por Malu (1′ e 35′), Marau (59′) e Beatriz Conduto (90’+4).

Futebol: Taça da Liga feminina (oitavos de final) – Resultados

1.ª mão: – Domingo, 28 agosto:

Marítimo – Valadares Gaia, 2-1

Albergaria – Damaiense, 1-2

Torreense – Ouriense, 2-1

Vilaverdense – Amora, 4-0

2.ª mão: – Domingo, 04 setembro:

Valadares – Gaia Marítimo, 11:00

Damaiense – Albergaria, 16:00

Ouriense – Torreense, 16:00

Amora – Vilaverdense, 16:00

Ainda sem a participação dos quatro primeiros classificados da Liga BPI, que só entram em ação na segunda fase, a prova será disputada em eliminatórias a duas mãos. A segunda eliminatória, que concluirá a primeira fase e em que participam oito equipas, está agendada para 4 de setembro, dia em que o Ouriense recebe no Campo da Caridade a equipa de Torres Vedras.

O técnico Marco Ramos orienta o Ouriense pela segunda época consecutiva com o objetivo de alcançar a permanência na primeira divisão nacional. Num campeonato a 12 equipas, disputado a duas voltas e cada vez mais competitivo, apenas o último classificado tem descida direta à 2ª divisão nacional.   

Marco Ramos, treinador do Ouriense. Foto: Pedro Pereira/mediotejo.net

Depois da primeira fase da Taça da Liga o Clube Atlético Ouriense recebe o Sporting CP em jogo a contar para a 1ª jornada da Liga BPI. O embate do clube de Ourém com o 2º classificado no campeonato 2021-22, e vencedor da Taça de Portugal, está agendado para o dia 10 de setembro, um sábado, em jogo que vai contar com transmissão direta na Sport TV.

O Ouriense começa em casa com o Sporting e de seguida joga fora, com o Sporting de Braga, atual detentor da Taça da Liga, num desafio que também terá honras televisivas, mas no Canal 11, às 15h00 de 18 de setembro (domingo).

O plantel do Clube Atlético Ouriense, ainda não fechado, é composto por 20 atletas:

Plantel/Transitam: Jéssica Pastilha (Médio Centro); Carolina Pocinho (Defesa central); Daniela Pereira (Médio centro); Laura Pires (Defesa central); Sony Costa (Defesa direito); Sara Brasil (Ponta de lança); Maria Martins (Defesa direito); Inês Fernandes (Defesa esquerdo) ex-junior.

Reforços: Ana Rita Oliveira (Guarda-redes) ex Torreense; Cláudia Rocha (Guarda-redes) ex-Valadares; Marta Edyth (Médio Centro) ex Atlético Mineiro; Joyce Ramos (Defesa central) ex Condeixa; Sofia Sena (Médio ofensiva) ex-Atlético Mineiro; Júlia Mateus (Extremo) ex-Torreense; Juliana Santos (Defesa esquerdo) ex-Vidreiros; Melanie Cunha (Ponta de lança) ex-Condeixa); Leonilde Rodrigues (Ponta de lança/extremo) ex-Atlético; Monique Gonçalves (defesa esquerdo) ex- Condeixa. Gabriela Zidoi (Ponta de lança) ex- Condeixa; e Bimba Cabral (Ponta de lança) ex-Condeixa).

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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