Susana Estriga continua a bater recordes nacionais e dar cartas nos veteranos. Foto: DR

Atleta do Sporting Clube de Abrantes (SCA), a tramagalense Susana Estriga, de 47 anos, continua a colecionar recordes nacionais no atletismo tendo no domingo melhorado o recorde nacional do escalão W45 nos 200 metros, e cuja melhor marca já lhe pertencia.

A atleta e treinadora do SCA, natural de Tramagal, detinha o recorde nacional dos 200 metros em pista ao ar livre com 27’.74’’, feito realizado em Abrantes em 2021, e no domingo, dia 18 de junho, também na pista descoberta em Abrantes, com o vento favorável de 1.9, colocou o recorde nacional em 27.55.

A veterana atleta, professora de educação física, mantém o foco no treino e na competição e, apesar de algumas lesões, quer conquistar o recorde nacional no escalão W45 (maiores de 45 anos) na prova dos 400 metros barreiras no próximo mês de julho, o único título que lhe falta nas provas internas.

Susana Estriga quer bater em julho o recorde nacional dos 400 metros barreiras em veteranos. Foto arquivo: Raulet Gracia

Susana Estriga, que representou vários clubes ao longo da carreira, tem uma coleção invejável de títulos nacionais e internacionais, quer em pista coberta quer ao ar livre.

Susana Estriga, que cumpre 48 anos a 16 de julho, detém os recordes nacionais dos 80 metros barreiras e dos 100, 200 e 400 metros, em velocidade, do salto em comprimento, e do triplo salto e pentatlo, todos ao ar livre. Em pista coberta, a atleta detém, no seu escalão, os recordes nacionais dos 60 metros barreiras e dos 200 e 400 metros, em velocidade, do salto em comprimento e do pentatlo.

Aos 47 anos, Susana Estriga não quer parar e aponta já a novos objetivos. Foto arquivo: mediotejo.net

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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