Summit Médio Tejo estreia-se em Torres Novas com lotação quase esgotada. Créditos: Fotocor

O Teatro Virgínia recebe este sábado o Summit Médio Tejo, organizado por um grupo de voluntários liderado por Carla Correia, da Associação AMAR Cabo Verde. Sob o mote “Mulheres que Criam Futuro”, o evento junta 550 participantes para debater empreendedorismo, liderança e inovação no feminino.

O evento vai reunir empreendedores, empresários, líderes de projetos sociais e profissionais de diversas áreas num dia inteiramente dedicado à partilha de conhecimento e à criação de oportunidades. O encontro evoca ainda uma dimensão de homenagem, inspirada no Monumento Evocativo à Mulher dedicado a Maria Lamas, celebrando as conquistas de voz, espaço e oportunidade no feminino. Além da vertente formativa, o caráter solidário do evento reverte diretamente a favor da própria associação organizadora.

A abertura de portas faz-se às 09h00 com a receção, acreditação e entrega de kits aos participantes, seguindo-se a cerimónia oficial de Abertura pelas 10h00.

O período da manhã conta com um forte painel de oradoras convidadas especiais, composto por Rute Caldeira, Bárbara Taborda, Solange Macedo e Ana Pedroso. Os trabalhos pausam depois para o almoço, agendado entre as 12h30 e as 14h30.

Os trabalhos reatam no período da tarde com as intervenções das oradoras convidadas especiais Rosa Basto, Micaela Bento, Marta Canário, Marina Pinto e Iva Gama.

Seguem-se os painéis de empreendedoras, que promovem o debate com a participação de Maria João Pedro, Sara Mendes, Daniela Pereira, Carla do Carmo, Neuza Santos e Helena Azevedo, todos com a moderação de Carla Correia.

O encerramento do summit, previsto para as 18h00, incluirá as notas institucionais e uma coreografia final a cargo da convidada especial Helena Azevedo.

As últimas inscrições e informações adicionais podem ser consultadas através do website oficial do evento em www.summitmediotejo.pt.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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