O exercício envolveu várias entidades. Foto: CMFZ

Imagine que, devido ao mau tempo, faltava a luz durante longas horas em todo o concelho de Ferreira do Zêzere. Foi este o cenário para um exercício de planeamento de emergência a nível municipal realizado na manhã do dia 27 no edifício dos Paços do Concelho.

O simulacro contou com intervenção de diversas entidades externas, agentes de proteção civil, do executivo e serviços do município. O exercício foi desenvolvido em parceria com a empresa E-REDES e pretendeu simular um cenário de interrupção grave e demorada de fornecimento de energia elétrica.

O cenário do exercício correspondeu a todo o território do concelho num dia de feriado nacional e fim de semana prolongado, durante a madrugada, onde, devido a fenómenos meteorológicos adversos em tempo quente e não previstos, o normal fornecimento de energia elétrica foi interrompido.

Conforme explica a autarquia em nota de imprensa, os objetivos principais desta ação foram essencialmente “sensibilizar elementos responsáveis pelas diferentes instituições públicas e privadas para a problemática da indisponibilidade da rede elétrica nas suas atividades diárias; Treinar o processo de tomada de decisão/resolução de problemas e de comunicação entre as entidades e estruturas envolvidas, no âmbito da cooperação institucional em cenário de contingência; Avaliar as necessidades de investimento em recursos técnicos e planeamento por parte das entidades públicas e privadas com vista à autonomia energética e partilha de recursos”.

Esta ação envolveu uma subcomissão municipal de proteção Civil, representantes de várias instituições, serviços, empresas e agentes de proteção civil do concelho, serviços municipais de Proteção Civil dos concelhos de Alcanena, Ourém, Cartaxo, Torres Novas, Figueiró dos Vinhos e Vila de Rei, o subdiretor da E-Redes na área de Leiria e outros técnicas daquela empresa e uma equipa técnica de coordenação, controlo e apoio.

No final, o resultado do exercício foi positivamente reconhecido por todos os intervenientes, lançando o desafio à realização de eventos dentro do mesmo âmbito com o objetivo de melhorar possíveis intervenções em cenários reais.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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