Participaram 12 ciclistas. Foto: CM Sertã

Os números impressionam: 738 quilómetros percorridos de bicicleta em 24 horas e 21 minutos entre Chaves e Faro, ao longo da EN2. O feito foi conseguido por doze ciclistas no passado fim-de-semana e mereceu uma paragem na Sertã. Na passagem pelo quilómetro 345, na Vila da Sertã, os ciclistas foram recebidos por Paulo Luís, responsável pelo Desporto da Câmara Municipal da Sertã, assim como por algum público que aguardava a chegada.

Os ciclistas partiram às 8h20 do dia 27, de Chaves, e a aventura terminou 24 horas e 21 minutos depois, em Faro. O objetivo consistia em angariar fundos que seriam doados a uma Instituição Particular de Solidariedade Social localizada na EN2.

A paragem na vila da Sertã incluiu um jantar, entrega de lembranças e fotos da praxe, sempre cumprindo as regras de segurança impostas pela Direção-Geral de Saúde no contexto da pandemia Covid-19.

Após o jantar, os 12 ciclistas retomaram o percurso em direção a Faro. Depois de chegarem ao destino, levando na memória a boa receção em terras sertaginenses, os ciclistas decidiram entregar ao Centro Social Nossa Senhora da Confiança (Pedrógão Pequeno) os donativos angariados ao longo do percurso.

O grupo de ciclistas foi liderado por André Cardoso, ciclista português que, na sua carreira profissional, levou a bandeira de Portugal pelo mundo fora, tendo participado em diversas competições em representação da Seleção Nacional de Ciclismo, como os Campeonatos do Mundo, Campeonatos Europeus e Jogos Olímpicos.

A Estrada Nacional 2 atravessa diversos concelhos, incluindo o da Sertã, e todos os dias é explorada por turistas de diversas nacionalidades, que a percorrem a pé, de bicicleta, moto e carro. Tem tido atenção mediática de diversos pontos do mundo, sendo destaque em programas de televisão em que é comparada à americana Route 66.

Momento da receção na Sertã. Foto: CM Sertã

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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