Escola Secundária da Sertã. Foto: mediotejo.net

A intervenção antissísmica que é necessário fazer na Escola Secundária da Sertã ainda vai ser objeto de concurso público e vai demorar cerca de dois anos até estar concluída. A previsão é do Presidente da Câmara que respondeu às questões dos jornalistas no final da reunião do dia 3 de fevereiro.

José Farinha Nunes revelou que, para minimizar a falta de condições em que os alunos têm aulas, o Ministério da Educação vai requisitar módulos “com toda a comodidade”, que entram em funcionamento a partir do próximo ano letivo.

O autarca adiantou que os trabalhos da 1ª fase da empreitada, suspensos desde maio de 2019 por motivos de segurança, vão recomeçar no final de fevereiro ou início de março.

No entanto a intervenção mais complicada, com vista à segurança antissísmica, só vai avançar numa 2ª fase para a qual ainda é necessário abrir concurso. Essas obras só devem começar dentro de um ano e vão prolongar-se por mais um ano, prevê o presidente da Câmara.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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