Procissão da Senhora da Confiança. Foto: DR

Após dois anos sem Festa da Nossa Senhora da Confiança devido à pandemia, o evento regressa este ano no seu formato normal para animar a vila de Pedrogão Pequeno, no concelho da Sertã. É uma das romarias mais antigas e concorridas da região, que desta vez se realiza nos dias 3, 4, 7, 8 e 9 de setembro.

Nos dois últimos anos, a Romaria foi assinalada apenas com eucaristias na capela, sem lugar à habitual procissão, e mesmo assim com restrições quanto ao número de participantes.

Ultrapassada a fase mais difícil da pandemia, é com natural ansiedade que moradores e visitantes aguardam a realização deste evento.

Programa:

Sábado, dia 3

18h00 – Abertura da Quermesse

23h00 – Baile com Teclista 36

Domingo, dia 4

09h00 – Caminhada

15h00 – Tarde Desportiva

20h30 – Procissão com a imagem de Nª Srª da Confiança para a Igreja Matriz

Quarta feira, dia 7

09h00 – Abertura do arraial com a aparelhagem Ilumisilva

14h00 – Abertura da Quermesse

19h00 – Missa seguida de procissão de velas da Igreja Matriz para a Capela

01h30 – Espetáculo Piromusical, Pirotecnia Oleirense

02h00 – Continuação da atuação da Banda Europa

03h00 – DJ Kolatz

Quinta feira, dia 8

09h00 – Abertura do arraial com a aparelhagem Ilumisilva

14h00 – Abertura da Quermesse

16h00 – Missa campal seguida de procissão

18h00 – Concerto com a Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense

19h00 – Leilão de Ofertas

21h00 – Atuação do Grupo de Música Popular de Cernache do Bonjardim

22h00 – Início da atuação da Banda Século XXI

01h00 – Sessão de Fogo de Artifício, Pirotecnia Oleirense má

01h30 – Continuação da atuação do Banda Século XXI

Sexta feira, dia 9

12h00 – Missa seguida de almoço convívio

15h00 – Abertura da Quermesse seguida de Leilão de Ofertas

21h00 – Atuação do Rancho Folclórico de Pedrógão Pequeno

22h00 – Atuação de Nandito

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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