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A partir do corrente mês de fevereiro, a fatura de consumo de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos, no Município da Sertã, vai apresentar uma estrutura diferente, conforme recomenda a ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.

A fatura, que irá refletir os consumos de janeiro de 2022, apresentará uma nova estrutura e apresentação do cálculo de consumos, conforme explica a autarquia em nota de imprensa. Contemplará a colocação do QRcode e o código ATCUD no topo das páginas, alteração que decorre de uma obrigação fiscal que pretende simplificar e modernizar a emissão de faturas e combater a evasão fiscal.

A fatura apresenta também informação mais detalhada no que respeita ao período de faturação, número de dias correspondente, valor a pagar, o titular do contrato, valores faturados por rúbrica e o saldo atual da conta corrente.

Anteriormente a tarifa fixa era cobrada de forma mensal, independentemente do tempo de duração. A nova fatura apresenta agora “Tarifário ao dia” composto por “tarifa fixa ao dia” e “tarifa variável ao dia”. A tarifa passa a ser diária em função do intervalo temporal objeto de faturação, isto é, o valor da tarifa fixa é multiplicado pelo número de dias de faturação.

A tarifa variável é cobrada em função da quantidade de água consumida, sendo as quantidades respeitantes a cada escalão calculadas em função dos dias de faturação, informa a Câmara. Neste sentido, para determinar o valor por escalão, são divididos os dias da fatura pelo número de dias base do tarifário (30 dias), multiplicando depois pelo limite máximo de cada escalão do tarifário.

Além disso, a fatura apresenta também informação auxiliar, nomeadamente o custo médio unitário dos serviços em alta, os resultados da última verificação da qualidade da água e o encaminhamento dos resíduos urbanos.

De notar que os valores da fatura são apresentados com quatro casas decimais, sendo que o valor final da fatura, com IVA incluído, arredondado aos cêntimos de euro.

 

 

 

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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