Ana Teresa Augusto na sua passagem pela Sertã. Foto: DR

“A Estrada Nacional 2, que assinalou recentemente o seu 75.º aniversário, tem ganho especial destaque em contexto de pandemia, constituindo uma das preferências turísticas do público quer nacional, quer internacional”, realça a Câmara Municipal da Sertã em nota de imprensa. Esta mítica estrada “tem conquistado cada vez mais adeptos que a percorrem das mais variadas formas: automóvel, autocaravana, moto, bicicleta e a pé”, garante a autarquia, que apresenta um exemplo.

Foi a pé que Ana Teresa Augusto chegou à Sertã a 12 de agosto. Na paragem no quilómetro 345, depois de percorrer 44km, aproveitou para degustar a gastronomia sertaginense e carimbou o seu passaporte. No dia seguinte, a 13 de agosto, arrancou para mais uma etapa da sua jornada a pé pela EN2.

Ana Teresa Augusto, é de Lisboa, tem 32 anos e diz que “a estrada é a sua casa”. Nas suas publicações diárias no Instagram elogia a comida e a hospitalidade das gentes com quem se cruza, e diz ter imensas “histórias de generosidade, amabilidade e disponibilidade para partilhar”. Refere que tem muito a agradecer às pessoas que a EN2 lhe apresentou. Começou esta aventura a pé em Chaves, a 28 de julho, com uma amiga que a acompanhou até Viseu. Daí partiu sozinha numa jornada que terminará no quilómetro 738 em Faro.

Ana Teresa Augusto na sua passagem por Vila de Rei. Foto: DR

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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