A Clássica Aldeias do Xisto 2019. Foto: João Fonseca

Com partida na vila de Pedrógão Pequeno, concelho da Sertã, no dia 1 de maio, a Clássica Aldeias do Xisto 2019, uma prova de ciclismo de 153,4 km, foi ganha por Joni Brandão (Efapel), o primeiro a cortar a meta instalada em Gondramaz, no concelho de Miranda do Corvo.

A prova que ligou estas duas Aldeias do Xisto atravessou também a vila da Sertã e boa parte da freguesia do Troviscal, seguindo depois para os concelhos de Oleiros, Pampilhosa da Serra e Miranda do Corvo, com passagens em diversas Aldeias do Xisto.

Foto: João Fonseca

A partida desta terceira edição da clássica, pontuável para a Taça de Portugal Jogos Santa Casa, aconteceu na Praça Ângelo Henriques Vidigal, em Pedrógão Pequeno, onde estiveram presentes, entre outros, Paulo Farinha Luís, responsável pelo sector do Desporto na Câmara Municipal da Sertã, em representação do presidente da autarquia, bem como o presidente da Junta de Freguesia de Pedrógão Pequeno, Manuel Dias.

Paulo Farinha Luís teceu rasgados elogios à prova, realçando a qualidade e competitividade dos ciclistas presentes, entre os quais se contavam os principais nomes do pelotão nacional. Além disso, aproveitou para destacar a importância deste tipo de iniciativas que ajudam na promoção e valorização do concelho da Sertã.

Foto: João Fonseca

Joni Brandão foi seguido por Luís Mendonça (Rádio Popular-Boavista), que com este resultado conquistou a Taça de Portugal Jogos Santa Casa, somando um total de 125 pontos (esta clássica foi a terceira e última prova pontuável para esta competição).

Na categoria sub-23, a vitória pertenceu a Jorge Magalhães (W52-FC Porto), mas foi Fábio Costa (UD Oliveirense/InOutBuild) quem festejou, pois, os pontos somados nesta clássica garantiram-lhe o triunfo.

Inserida no projeto Cyclin’ Portugal, a Clássica Aldeias do Xisto “afirma o território das Aldeias do Xisto como destino de excelência para a prática de ciclismo, profissional ou amador”, refere a organização em comunicado.

Foto: João Fonseca

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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