Maranho da Sertã e Cartuchos de Cernache. Foto: DR

A campanha “Maranho e Cartuchos em sua casa”, que consistia na entrega de Maranhos da Sertã IG e Cartuchos de Amêndoa de Cernache do Bonjardim nas cidades do Porto, Coimbra, Leiria e Lisboa, registou um impacto bastante positivo, segundo revela a autarquia.

Durante a primeira metade do mês de dezembro, foram entregues 145 encomendas, que se traduziram na venda de 209 kg de Maranho da Sertã IG e 129 caixas (de seis unidades) de Cartuchos de Amêndoa de Cernache do Bonjardim, acompanhados do roteiro turístico. A cidade que registou mais encomendas foi Lisboa (90), seguindo-se Coimbra (22), Leiria (19) e Porto (14).

Numa nota de imprensa, a Câmara da Sertã realça que, “além dos números apresentados, a campanha obteve diversas reacções bastante positivas. Foram recebidas mensagens a felicitar a iniciativa, realçando a gratidão e o privilégio de poder degustar os sabores da terra mesmo estando longe, assim como a possibilidade de dar a conhecer as iguarias a quem não é da região e não a conhece”. De todo o feedback recebido, destaque também “para mensagens a demonstrar interesse em voltar a adquirir os produtos numa segunda edição da campanha, questionando se existem pontos de venda nas referidas cidades, o que permite aferir uma procura crescente pelos sabores da Sertã”.

A campanha foi promovida pela APROSER – Associação de Produtores da Sertã, em parceria com o Município da Sertã e teve como principais objetivos a promoção da identidade dos produtos endógenos, dinamizando a economia local e dando a conhecer o concelho da Sertã como destino turístico gastronómico, reforçando o estatuto alcançado pelo “Maranho da Sertã”, ao mesmo tempo que promove os “Cartuchos de Amêndoa de Cernache do Bonjardim”.

Ao mesmo tempo contribuiu para fazer face à atual situação de pandemia que afetou os produtores locais. Refira-se que a esta iniciativa aderiram os produtores Carnes Simões, Talhos Casel e Pastelaria Império.

As encomendas eram feitas até três dias antes da data de entrega, através de uma plataforma criada para o efeito.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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