Uma comitiva da Sertã deslocou-se a Alverca para receber o galardão. Foto: CM Sertã

A Escola Básica do Castelo, do Agrupamento de Escolas da Sertã, foi distinguida com o Selo “Escola Amiga do Ambiente” pela implementação do projecto “Voar e sonhar, rumo ao mar”. Aquele projeto permitiu a concretização do sonho dos alunos da referida escola que consistia em viajar de avião.

A concretização do sonho envolveu a colaboração do Município da Sertã, da Junta de Freguesia do Castelo e de toda a comunidade educativa na logística e angariação das verbas necessárias. No final daquele ano lectivo, as crianças deslocaram-se até à cidade do Porto, de onde “voaram” até ao Algarve e novamente até ao Porto.

Dadas as características do projecto, foi submetida candidatura à iniciativa “Escola Amiga da Criança” tendo a Escola Básica do Castelo sido distinguida na categoria “Envolvimento família-comunidade”. A referida distinção apresenta-se sob a forma de uma peça em acrílico com a inscrição do nome da escola, ano lectivo e a categoria, que será afixada na entrada principal da escola.

A cerimónia de entrega das diversas distinções “Escola Amiga da Criança” teve lugar a 8 de fevereiro, em Alverca.

Na cerimónia de entrega das distinções esteve presente uma comitiva de 13 elementos da comunidade educativa, composta por pais, alunos, docentes, assistente operacional, representante da Direção do Agrupamento de Escolas e representante do Município da Sertã.

O selo “Escola Amiga da Criança” é uma iniciativa conjunta da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), da LeYa Educação e do psicólogo Eduardo Sá, que visa a partilha das ideias em contexto escolar, com o intuito de proporcionar às crianças e jovens um percurso de aprendizagem mais enriquecedor.

Para o Presidente da Câmara Municipal da Sertã, “esta atitude empreendedora demonstra que a escola pode ser e é realmente muito mais do que transmissão de conhecimento”. Por isso, José Farinha Nunes faz questão de felicitar toda a comunidade educativa envolvida na iniciativa.

Foto: CM Sertã

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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