Foto: CM Sertã

“Velejar em Solidariedade” assim se intitula o projeto que possibilitou o batismo de vela de 75 crianças e adultos do concelho da Sertã, no rio Tejo, em Lisboa. O desafio foi lançado pelo Náutico Clube Boa Esperança (Cais do Sodré – Lisboa) ao Município da Sertã que, por sua vez, possibilitou a logística inerente à viagem até à capital.

A iniciativa decorreu nos dias 24 e 27 de março e, além do batismo de vela e kayak no rio Tejo, contemplou também a visita ao Museu da Presidência da República e atividades laboratoriais com experiências relacionadas com as ciências náuticas. Inicialmente dirigida a crianças dos 7 aos 11 anos, foi alargada também a utentes da APPACDM da Sertã de todas as idades, pode ler-se em nota de imprensa enviada pela autarquia.

Os 25 utentes da APPACDM “viveram um dia diferente do habitual, embora as condições meteorológicas não tenham sido as ideais, ainda assim o dia foi bastante positivo, rico em experiências novas e boas memórias”, lê-se na mesma informação.

Foto: CM Sertã

Já no âmbito das Férias Desportivas da Páscoa e do Projeto Tempo de Acolher, 50 crianças (dos 7 aos 11 anos) visitaram o Museu da Presidência, os jardins do Palácio de Belém e realizaram experiências no âmbito das Ciências Náuticas, contatando com ações desenvolvidas por praticantes daquelas modalidades e aprendendo, assim, os cuidados a ter para que os desportos sejam praticados em segurança. Houve a oportunidade de poderem passear de kayak e de barco à vela, tendo experienciado algumas manobras neste último.

Em ambos os grupos as expectativas “foram superadas, tal a diversão sentida”. O Município da Sertã aproveita, na mesma informação, para agradecer ao Náutico Clube Boa Esperança “pelo convite formulado e por toda a dedicação e simpatia no decorrer das atividades, que possibilitou uma experiência memorável aos participantes”.

Foto: CM Sertã

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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