Não durou um mês a carreira rápida diária entre Sertã e Lisboa e vice-versa iniciada a 10 de maio através do operador SRT Portugal Bus – Viagens e Turismo Lda. Poucos passageiros e falta de rentabilidade são os argumentos apresentado pelos promotores, que referem um prejuízo de 2 mil euros em duas semanas.
“Não podemos fazer serviço público social. Devido às contingências, só podemos transportar 14 passageiros e cada viagem a Lisboa de ida e volta custa 75 euros de combustível e 36 de portagens”, lamenta Sónia Martins.
A carreira rápida diária entre Sertã e Lisboa tinha passagem por Cernache do Bonjardim, Vila de Rei, Ferreira do Zêzere e Tomar.

