Na Alameda da Carvalha foram distribuídas lembranças. Foto: CM Sertã

O Município da Sertã comemorou o Dia Internacional do Idoso, a 9 de outubro, lembrando “Homens e Mulheres que são o exemplo para todos nós: exemplo de sabedoria, de crer, de entrega, de amor e até de solidariedade”, como afirmou o Presidente da Câmara Municipal através de uma mensagem emitida através das diversas plataformas do Município.

José Farinha Nunes sublinhou a importância daquela data contextualizando no atual cenário de pandemia: “Nunca como este ano fez tanto sentido comemorar o Dia do Idoso, pelo que ele representa e, sobretudo, pelo que ele invoca. Sabemos o quão difícil têm sido estes tempos para todos, especialmente para aqueles que se viram sozinhos sem o calor da família, dos amigos ou dos que lhe são próximos”.

O autarca frisou que é na população sénior que os efeitos da pandemia se fizeram e fazem sentir de uma forma mais intensa. Deixou palavras de esperança e expressou o desejo de comemorar esta data no próximo ano “com o calor e a alegria que as pessoas merecem”. Felicitou ainda os “casais que comemoraram as Bodas de Ouro, celebrando 50 anos de vida partilhada plena de boas razões para ser festejada e celebrada” e parabenizou o Reverendo Cónego Lúcio pelos 60 anos de sacerdócio, expressando “votos de felicidades e longa vida”.

Após o discurso, seguiu-se a transmissão da Missa em directo da Igreja Matriz da Sertã, celebrada pelo Padre Daniel Almeida e pelo Reverendo Cónego Lúcio Alves, que assinalou a comemoração das bodas de ouro de diversos casais seniores do concelho. Foi também feita a homenagem ao Reverendo Cónego Lúcio pelos 60 anos de sacerdócio.

Na parte da tarde, a Alameda da Carvalha, foi o palco da entrega de lembranças pelo Presidente da Câmara às IPSS’s e às Juntas e Uniões de Freguesia do Concelho. Foram entregues jogos didáticos de estimulação cognitiva e máscaras de proteção individual, que serão posteriormente entregues aos idosos.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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