Câmara da Sertã. Foto: mediotejo.net

O executivo camarário da Sertã aprovou por maioria, com a abstenção dos dois vereadores do PS, o Relatório e Contas do exercício de 2018. Na apresentação do documento, o presidente da CM Sertã, José Farinha Nunes (PSD) revelou que em 2018 houve uma diminuição da receita na ordem dos 0,6 por cento e um aumento da despesa de 4 por cento, que se deve em grande medida à amortização de empréstimos.

O autarca adiantou que a receita total arrecadada no ano transato ultrapassa os 25 milhões de euros. Registou-se uma taxa de execução da receita corrente de 93 por cento.

Quanto à taxa de execução da receita de capital foi de apenas 23 por cento. José Farinha Nunes reconhece que é pouco mas explica que tal deve-se ao atraso na aprovação de algumas candidaturas e à existência de um empréstimo pendente.

O vereador Carlos Miranda (PS), depois de sugerir que documentos com cerca de 300 páginas, como era o caso, deveriam ser enviados com mais antecedência para puderem ser analisados com tempo, mostrou-se surpreendido e desiludido com a baixa execução do plano de investimentos.

Para a oposição, o documento traduz “uma governação corrente, com falta de ação e de estratégia“ e daí a opção pela abstenção.

O Relatório e Contas de 2018 tem ainda de ser submetido à aprovação da Assembleia Municipal.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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