A fotografia “The Gate”, da autoria de António Ramos, de Casével, foi a vencedora do I Concurso de Fotografia. Foto: DR

Está a decorrer até dia 30 de maio a II edição do concurso nacional de fotografia de Mação, um novo desafio para os amantes de fotografia com um novo concurso intitulado “Ser e Sentir Mação”, iniciativa que se realiza este ano após o sucesso do concurso fotográfico “Património Natural e Cultural de Mação”, lançado em 2016 pela Câmara Municipal local.

O tema dos trabalhos a concurso são as pessoas, os usos, costumes e tradições das comunidades locais, do concelho de Mação. O concurso fotográfico “Ser e Sentir Mação” é um concurso de âmbito nacional, organizado pela Câmara Municipal de Mação, aberto à participação de todos os interessados.

Neste II edição do Concurso de Fotografia não é requerida inscrição prévia sendo que os trabalhos devem dar entrada na Câmara Municipal de Mação até ao dia 30 de maio. A divulgação dos resultados decorrerá no mês de junho e a entrega dos prémios terá lugar na Feira Mostra do Concelho, no dia 1 de julho de 2017.

Em nota de imprensa, a autarquia refere que o que se pretende, “acima de tudo, é que cada trabalho fotográfico revele um olhar único e original sobre as tradições e costumes do concelho” de Mação.

Os interessados devem ler o Regulamento onde estão definidas as especificidades do Concurso e dos trabalhos a apresentar.

Em 2016, a Câmara Municipal de Mação recebeu mais de 600 fotografias sobre o património natural e cultural do concelho e que representam perspetivas únicas e olhares diferentes sobre o território.

A fotografia “The Gate”, da autoria de António Ramos, de Casével, foi a vencedora do I Concurso de Fotografia subordinado ao tema “Património Natural e Cultural do Concelho de Mação”. Inspirada na Anta da Foz do Rio Frio, na freguesia da Ortiga, Mação, a fotografia de António Ramos conquistou o primeiro lugar de um concurso que contou com a participação de cerca de 50 fotógrafos de todo o país e que apresentaram 629 fotografias ao júri do evento.

Francisco José Cordeiro Alves, de Ermezinde, conquistou o 2º lugar com a fotografia “Rua Formosa”. Rui Parente Lopes, de Ortiga, Mação, conquistou o 3º lugar com uma imagem inspirada também na Anta da Foz do Rio Frio, a que deu o título de “Portal”.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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