Foto: arquivo/Apheleia em Mação

Entre os dias 2 e 11 de abril, Mação volta a acolher, no auditório do Centro Cultural Elvino Pereira, o Seminário Internacional Apheleia, na sua 11.ª edição. Este ano o tema em debate, no Seminário Internacional Apheleia, em Mação, é “Comunidades em Transformação: artes, artesanato e materialidades”.

Volvida mais de uma década desde o início da rede de trabalho, são já muitas as dezenas de académicos e investigadores envolvidos nestes seminários e na redação de diversas publicações.

Apheleia teve origem num projeto financiado pela União Europeia, mas, em 2018, transformou-se numa Associação Internacional, a qual se tornou membro do Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas.

Em 2025 o foco do Seminário será o tema “Comunidades em Transformação: artes, artesanato e materialidades”, sendo que, para os diversos temas, o evento conta com vários convidados, oradores e participantes, portugueses e estrangeiros. A língua oficial do Seminário é o inglês.

Destaque para alguns momentos artísticos como:

  • Sexta-feira, dia 4 de abril, de tarde – Oficina de Cerâmica (no ITM)
  • Sábado, dia 5 de abril, à noite – Concerto (no auditório)
  • Domingo, dia 6 de abril, à noite – Filme de Arte Rupestre (no Museu)
  • Segunda-feira, dia 7 de abril, às 18h00 – Performance Artística
  • Terça-feira, dia 8 de abril, a partir das 16h30 – Performances Artísticas
  • Quarta-feira, dia 9 de abril, de tarde – Atelier e visita com A. Colaço
  • Quinta-feira, dia 10 de abril, todo o dia – Jornada de música, que termina com recital de canto lírico

Consultar o PROGRAMA.

Mais informações através do email: museu@cm-macao.pt ou telefone: 241 571 477.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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