UF de Freixianda recebe ‘Semana Gastronómica do Catrepe’ de 1 a 8 de dezembro. Foto: DR

Entre os dias 1 e 8 de dezembro, a União das Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais recebe a 4.ª semana gastronómica do Catrepe, um evento onde a comunidade se envolve pela promoção deste prato típico de Ourém, confecionado com ‘cabra cozida em branco com batatas e hortelã, com uns bocadinhos de chouriço e umas tiras de toucinho’.. O evento conta com a adesão de vários restaurantes locais que, durante a semana, apresentarão o tradicional Catrepe como protagonista dos seus menus.

Estabelecimentos como a “Casa Galfurra” (Agroal), Restaurante “Ti Donzilia” (Freixianda), Hotel Restaurante “Termas do Agroal” (Agroal), Restaurante “Palmeiras” (Malaguarda), Restaurante “O Regional” (Parcerias) e a Churrasqueira “O Mendes” (Freixianda), servirão até dia 8 o prato com ingredientes frescos e tradição secular, numa homenagem à autenticidade do sabor regional.

Segundo a organização, o ‘catrepe’ deve descrever-se como um prato de “cabra cozida em branco com batatas e hortelã, com uns bocadinhos de chouriço e umas tiras de toucinho à mistura”.

Semana Gastronómica do Catrepe na União das Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais. Foto: CMO

No primeiro dia do evento, no Restaurante “Casa Galfurra” a iniciativa contou com a presença institucional do presidente da Câmara de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, e dos vereadores Rui Vital, Micaela Durão e Humberto Antunes, acompanhados pelo presidente da União das Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais e demais membros do executivo local.

A presença da comitiva, salienta o município em nota informativa, “reforçou a importância da valorização dos produtos locais enquanto motor de desenvolvimento económico e manutenção das tradições” e, nesse sentido, o executivo elogiou o trabalho da organização e dos restaurantes aderentes.

Semana Gastronómica do Catrepe na União das Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais. Foto: CMO

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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