Sardoal veste-se de roxo pela Semana Santa. Créditos: CMS

A Vila de Sardoal volta a vestir-se de roxo para receber a Procissão dos Passos do Senhor, no domingo, dia 17 de março. A Eucaristia terá início às 16h00 na Igreja Matriz e decorre no âmbito da Semana Santa.

À semelhança de anos anteriores, são esperadas centenas de pessoas que afluem à vila para participar nesta emblemática Procissão. Com saída da Igreja Matriz, o Cortejo integra o Sermão do Encontro, na Praça da República, que culmina com o Encontro das imagens do Senhor dos Passos e da Sua Santíssima Mãe.

Até domingo de Páscoa, 19 igrejas e capelas do concelho vão estar enfeitadas com pétalas de flores e haverá recreações teatrais, música e exposições alusivas à época, ao mesmo tempo que decorrem várias procissões, como a dos Fogaréus, na noite de Quinta Feira Santa, em 28 de março, que costuma ser a mais participada.

Sardoal e a Semana Santa: Foto: Paulo Sousa

A Procissão dos Passos do Senhor prossegue, depois, com as duas imagens a caminho do Convento de Santa Maria da Caridade, onde é proferido o Sermão do Calvário.

Semana Santa do Sardoal. Foto: Paulo Jorge de Sousa

Toda a Procissão deste domingo decorre ao som de marchas fúnebres, interpretadas pela Filarmónica União Sardoalense. Para esta manifestação religiosa, a Câmara Municipal de Sardoal coloca um elevado número de faixas roxas nas janelas e varandas das principais ruas por onde o Cortejo passa.

Confira AQUI o programa completo da Semana Santa em Sardoal.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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