Teatro Experimental de Mortágua apresenta "O Último da Fila" no Sardoal. Foto arquivo: TEM

O Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, recebe este sábado, às 21h30, o Teatro Experimental de Mortágua (TEM) com a peça “O Último da Fila”. Integrado na Mostra de Teatro do GETAS, o espetáculo satiriza a sociedade através de uma inusitada fila de espera.

Pelas 21h30 deste sábado, dia 21 de março, o GETAS (Grupo Experimental de Teatro Amador de Sardoal) traz a palco uma das produções mais aclamadas do TEM – Teatro Experimental de Mortágua. “O Último da Fila” coloca em cena personagens alucinadas que, num jogo de enganos e pequenos poderes, lutam pelo primeiro lugar numa fila cujo destino ninguém conhece. É um texto que oscila entre o cómico e o trágico, convidando o público a pensar sobre as virtudes e defeitos do mundo contemporâneo.

A Mostra de Teatro do GETAS em 2026 A Mostra de Teatro deste ano tem primado pela diversidade de géneros e pela descentralização. Depois do drama intenso de “Tarimba” (apresentado pelo Grupo Palha de Abrantes em janeiro), o foco vira-se agora para a comédia social de Mortágua.

O ponto alto da programação do GETAS para a primavera acontece no dia 4 de abril, com a emblemática Recriação da Paixão de Cristo. Integrada na Semana Santa de Sardoal, esta encenação de rua transforma o centro histórico num palco vivo, onde os atores do grupo local recriam os últimos momentos da vida de Jesus, num momento de grande impacto visual e espiritual que atrai centenas de visitantes.

As informações sobre bilheteira para a sessão de 21 de março podem ser obtidas no Centro Cultural Gil Vicente, sendo recomendada a reserva antecipada.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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