“Diário de uma República II” no Centro Cultural Gil Vicente. Foto: D. Teatro D. Maria II

A peça “Diário de uma República II”, no âmbito do programa Atos da Odisseia Nacional do Teatro D. Maria II, desenvolvido em 2023, sobe ao palco do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, no sábado, 30 de novembro, às 21h30.

“Diário de uma República II” é a segunda edição de um projeto de Teatro e Fotografia, um olhar-ver artístico atento às pessoas e aos territórios da República entre 2020 e 2030. Que Teatro se fará a partir do que se vê? Depois da “Justiça”, na 1.ª edição, a 2.ª edição de “Diário de uma República” tem como foco a questão do Trabalho, no seu sentido mais amplo: o trabalho das mãos, do corpo, da cabeça, o trabalho humano na paisagem, as questões de género e sociais do trabalho, a beleza e a feiura do trabalho.

Em 2023 a Amarelo Silvestre apresentou o projeto artístico participativo Assembleia, uma extensão de “Diário de uma República”, em Lamego, Sardoal e Ponte de Sor. A presença nestes municípios alimentou a criação de “Diário de uma República II”, espetáculo que, em 2024, se apresenta a algumas das comunidades participantes no Atos, nas quais se inclui o Sardoal.

“Diário de uma República II” é uma criação da Companhia de Teatro Amarelo Silvestre, e Direção Artística de Fernando Giestas.

A apresentação deste espetáculo no Centro Cultural Gil Vicente é financiada pela Direção Geral das Artes, no âmbito do Apoio à Programação da RTCP.

Bilhetes à venda no Centro Cultural Gil Vicente e na Ticketline ( https://ticketline.sapo.pt/evento/diario-de-republica-ii-87660 )

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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