Iluminação de Natal em Sardoal. Créditos: CMS

Através desta ação, a autarquia sardoalense pretende “envolver os comerciantes e toda a comunidade no espírito natalício, incentivando a compra no comércio tradicional, e, por conseguinte, coadjuvar na promoção e fomento da economia local do Concelho”.

Dando conta de algumas alterações, relativamente à primeira edição, a vereadora Patrícia Rei (PSD) explicou, na reunião de executivo, na quarta-feira 9 de novembro, que por cada vinte euros em compras efetuadas, o cliente receberá um cupão de participação.

Com a novidade que nesta edição serão atribuídos 10 prémios (nas primeiras duas edições foram atribuídos cinco prémios) no valor de cem euros cada para serem usados em compras ou na aquisição de bens e/ou serviços no Concelho de Sardoal.

Paralelamente, o Gabinete de Apoio ao Empresário realiza o Concurso de árvores de Natal no comércio e serviços e associações de portas abertas no concelho de Sardoal. “Serão premiadas as três árvores mais criativas dentro das aderentes e irá ser feita uma exposição das árvores a concurso”, explicou a vereadora.

Com o intuito de envolver a população no espírito natalício, será colocada a habitual iluminação de Natal na vila.

Iluminação de Natal em Sardoal. Créditos: CMS

Relativamente à iluminação de Natal, o presidente Miguel Borges sublinhou que “todos os municípios ponderam fazer uma boa gestão, a racionalização daquilo que é a iluminação de Natal”.

Garante que, no Natal de 2022, o Município de Sardoal fará “o mesmo do ano passado com alguma alteração”. Lembrando que é utilizado um sistema LED de lâmpadas disse que “vamos reduzir o tempo em que vão estar ligadas”, ou seja, a iluminação estará ligada entre as 17h00 e as 00h00, com exceção na noite de Natal, o que representará “um acréscimo na faturação na ordem dos 70 euros”.

ÁUDIO: MIGUEL BORGES, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SARDOAL

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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