Espetáculo “Som da Palavra: Liber Lusitanus”, de Ana Sousa.

O palco do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, recebe esta sexta-feira, 30 de maio, às 21h30, o espetáculo musical “Som da Palavra: Liber Lusitanus”, de Ana Sousa, que lançou recentemente o seu primeiro álbum. O disco surge no âmbito de um projeto artístico centrado na área da música que pretende explorar e valorizar a sua relação com a literatura.

Professora e saxofonista, Ana Sousa reside na região do Médio Tejo e desenvolve vários projetos na área da cultura e da educação. Recentemente, gravou o seu primeiro disco a solo, que conta com a participação do guitarrista João Pires. O disco surge no âmbito do “Som da Palavra”, um projeto artístico centrado na área da música que pretende explorar e valorizar a sua relação com a literatura.

Com o apoio da Direção Geral das Artes, foi criado e gravado um repertório composto exclusivamente para este projeto por compositores portugueses, inspirado em obras da literatura portuguesa de escritores como José Saramago, José Luís Peixoto, João Tordo, Afonso Cruz, José Cardoso Pires, Ana Luísa Amaral e Teolinda Gersão. O repertório tem vindo a ser apresentado em escolas do interior do país.

Este é o concerto de lançamento do disco, que além da interpretação de algumas das obras, dará lugar à projeção de um vídeo-resumo de todo o projeto realizado. Os bilhetes (1€) podem ser adquiridos na bilheteira do Centro Cultural de Satdoal ou online em ticketline.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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