Livro. Foto: DR

O Sardoal vai ter uma semana dedicada à leitura entre os dias 19 e 25 de março. O programa integra diversas iniciativas pontuais acompanhadas pela Feira do Livro que pode ser visitada no Centro Cultural Gil Vicente ao longo dos sete dias e a atividade “Ler – Aclama” que se realiza na biblioteca escolar entre segunda-feira e quinta-feira.

No primeiro dia estão agendadas sessões de leitura encenada”Estórias com asas”, às 11h00 e às 14h00, no auditório do Centro Cultural Gil Vicente. Dois momentos em que os alunos do pré-escolar e primeiro ciclo do ensino básico do concelho se divertem com “E se, de repente, tudo fosse o contrário?”. A 20, pelas 11h00, o teatro chega ao mesmo local para “Cativar” as crianças com mais de quatro anos com a peça “Os polos das nossa terra”.

A meio da semana, na quarta-feira, é tempo da Oficina de Biblioterapia com três atividades ao longo do dia. Sandra Barão dinamiza a sessão “Ler para viver melhor” no Agrupamento de Escolas de Sardoal a partir das 14h00, dirigida a bibliotecários, animadores socioculturais, docentes e outros profissionais. A biblioteca escolar recebe um Karaoke de Literatura à mesma hora e meia-hora mais tarde tem início a sessão de Poesia Declamada com Graça Arrimar na Biblioteca Municipal.

O programa continua na quinta-feira, dia 22, no Agrupamento de Escolas de Sardoal com duas sessões da oficina “O livro infinito”, às 10h30 e às 14h00, com a dupla “Nick & Inês” e os alunos do 8º ano. Na sexta-feira, o teatro regressa ao Centro Cultural Gil Vicente, onde os alunos do terceiro ciclo, ensino secundário e profissional do concelho assistem à peça “Quem quer ser Saramago”, às 11h00 e às 21h00. Entre as duas sessões, pelas 14h00, realiza-se uma sessão de cinema na biblioteca escolar.

A Feira do Livro aguarda os visitantes de 19 a 25 entre as 10h00 e as 19h00, com encerramento para almoço entre as 12h30 e as 14h00, e a atividade “Ler – Aclama” junta estabelecimentos comerciais e serviços da vila entre 19 e 22.

Sónia Leitão

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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