Espetáculo de Dança Contemporânea “Bibi Ha Bibi” pelos bailarinos Henrique Furtado Vieira e Aloun Marchal.

O Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. apresenta esta sexta-feira, 22 de novembro, às 21h30, no âmbito do Ciclo de Dança – “O que (te) diz a dança”, o espetáculo de dança contemporânea “Bibi Ha Bibi” pelos bailarinos Henrique Furtado Vieira e Aloun Marchal.

Na sinopse do espetáculo pode ler-se: “Bibi Ha Bibi é um espetáculo de dança contemporânea que associa dança e voz, jogando com humor e com estereótipos de masculinidade.” (…) “Exploram uma gama de sons e movimentos com registos detonantes, da luta aos jogos infantis mais impertinentes, dos borborigmos às canções mais doces, da simples expiração ao grito bestial. Mecanismos evolutivos levam os performers a irem cada vez mais longe nas suas práticas, deslocando os corpos e manifestando as gargantas”.

A lotação da sala para este espetáculo é de 50 lugares, estando os bilhetes à venda na bilheteira do Centro Cultural Gil Vicente e na Ticketline (por 3 euros).

No âmbito deste espetáculo, os performers realizaram uma oficina de dança contemporânea esta quinta-feira, aberta a maiores de 12 anos.

O que (te) diz a dança? é um ciclo, promovido pelo Município de Sardoal em parceria com a Materiais Diversos, que pretende ampliar a perceção do que é dança e desmistificar a ideia de que a dança contemporânea não é para todas as pessoas. A partir de um conjunto de criações diversas entre si, o ciclo desdobra-se em espetáculos, conversas e oficinas e propõe diferentes aproximações e experiências.

Este espetáculo é financiado pela Direção Geral das Artes, no âmbito do Apoio à Programação da RTCP.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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